25/05/2007

Tistu - O Menino do Dedo Verde

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Não sei vocês, mas fui uma criança muito curiosa e amava ler.
Já falei aqui de alguns livros que li na minha infância/adolescência, como o Pollyana, O Pequeno Príncipe...
Outro que li e gostei muito foi Tistu, O Menino do Dedo Verde.
Cheguei ver a peça, onde o papel de Tistu era interpretado pelo ator mirim (na época, lógico..risos) era o Oberdan Jr.
O Livro é uma delícia de se ler. Eu Recomendo!
Deixo aqui um resuminho do livro para aqueles que não o conhecem.
Boa Leitura!


Tistu é um menino muito sortudo. Vive na cidade chamada Mirapólvora numa grande casa, a Casa-que-Brilha, com o Sr. Papai, Dona Mamãe e o seu querido pônei Ginástico. Eles são ricos pois o Sr Papai tem uma fábrica de canhões. Para grande decepção de todos, Tistu dorme nas aulas. Sr Papai resolve fazer com que Tistu aprenda as coisas vendo-as e vivenciando-as. As aulas serão com o jardineiro Bigode e com o gerente da fábrica de canhões, o Sr Trovões.

Na primeira aula, o jardineiro bigode descobre um dom fantástico em Tistu: o menino tem o dedo verde! Isto significa que, onde ele colocar o dedo, nascerão flores! Porém as pessoas grandes não iriam entender este dom. Seria melhor mantê-lo em segredo. Bigode se transforma no conselheiro de Tistu

Com o Sr Trovões Tistu conhece um pouco do lado triste do mundo: a miséria, a prisão, o hospital. Ele resolve alegrar estes ambientes colocando seu dedo lá, mas no anonimato. Para o espanto da população, o presídio ficou com tantas flores que as portas não conseguiam mais fechar. Mas os presos não queriam fugir, pois estavam maravilhados! As flores da favela absorveram o lamaçal e enfeitaram as casas, transformando a favela em atração turística. A menina do hospital, que antes contava os buraquinhos do teto para passar o tempo agora conta botões de rosas, que nascem em volta do seu leito. A cidade, e a vida das pessoas da cidade, mudaram completamente.

Tistu então conhece a fábrica do Sr Papai. Ele fica inconformado com o mal que os canhões e as guerras trazem. Secretamente, coloca o dedo nos canhões que estavam sendo enviados para uma guerra. Resultado: a guerra fracassa, pois ao invés de bombas, os canhões lançaram flores. A fábrica é arruinada.
Vendo o desespero do sr Papai, Tistu resolve revelar que foi ele quem colocou as flores nos canhões e prova isso fazendo nascer uma flor no quadro de seu avô, na parede. Sr Papai resolve então transformar a fábrica de canhões em fábrica de flores. A cidade passa a se chamar Miraflores.

Um dia Tistu recebe a notícia de que o jardineiro Bigode tinha ido viajar, que estava dormindo. Confuso com as informações, Tistu pergunta para seu pônei o que aconteceu com Bigode. Ele revela: Bigode morreu. E este é o único mal em que as flores não podem fazer nada.

- Se Bigode morreu, ele está no céu. Então, vou construir uma escada com minhas flores para ele descer! – conclui Tistu. Após construir a escala, era impossível ver onde ela estava terminando. Sumia no céu. Tistu esperou mas bigode não desce. Então ele resolve ir busca-lo. Seu pônei tenta impedi-lo sem sucesso. Tistu sobe a escada, vê sua casa diminuindo, vê as nuvens, perde seus chinelinhos e escuta a voz do Bigode: - Ah, você está aqui!
Naquela manhã os moradores da Casa-que-Brilha saíram a procura de Tistu e encontraram uma relva diferente, roída pelo pônei, com botões de rosas dourados, formado a frase: Tistu era um Anjo.

Tistou Les Pouces Verts, foi escrito em 1957 pelo escritor francês Maurice Druon.

6 comentários:

Anônimo disse...

Eu vim te visitar pela curiosidade. Para saber quem é a pessoa que atravessou o meu caminho lá np BLopg do CEJUNIOR>...rs...nao deu nem tempo de eu rterminar comment...rs...quando eu vi...om seu entrou...rs...
Gostei do blog e voltrei mais vezes..beijos. E um bfsemana

Renata Livramento disse...

Oi Jackie!
Eu tb li este livro qdo criança, é bom mesmo!!!
E melhoras para vc tb, tomara que segunda já estejamos ótimas, né!
bjo

Luci Lacey disse...

Oi Jackie

Gosto de ler, mas nao li este livro, vou le-lo.

Beijinhos e bom final de semana.

Anônimo disse...

Xi... eu lí esse livro já tem muuuuuuiiiittto tempo. Aliás, eles mudaram a capa, não estou reconhecendo essa toda verde...
Mas lembro que gostei do livro. Sempre li compulsivamente. Era quase um livro por semana, se bobeasse lia um por dia.
Depois que "inventaram" a internet meu ritmo caiu. Quer dizer, a gente sempre está lendo, né ? Principalmente quando visitamos os blogs, cada um com um autor e sua visão pessoal do mundo...
Um beijo

Robson Assis disse...

Muito bom!

Esse livro influenciou e deve ter sido influenciado por muita coisa, me lembrou de "João e o pé de feijão", a história do Rei Midas e uma frase do Ziraldo que ouvi esses dias sobre uma idéia dele que era "Onde se planta uma flor, não se joga lixo", ou algo assim.

Legal a história. Nunca li esse, sou da época do Sopa de Letrinhas e dos Meninos Maluquinhos, hahahaha

beijão

Anônimo disse...

Oi Jackie. Vim te agradecer a visita e comentário. E adorei a indicação do livro, já vi, mas nunca li. Vou ler agora. Obrigado. Abraços, Mário.