Me emocionei com sua história de vida, que para alguns poderia ser um tormento, uma infelicidade...
Ela, mulher de aparência frágil, se mostra a cada revelação feita a seu filho Francisco, uma guerreira poderosa.
Não tenho palavras melhores para descrevê-la, deixo para vocês essa incumbência.
Conheçam o "diário de lembranças" dela e me digam o que acham.
Gostei tanto da forma como ela escreve, e descreve sua vida...
"Em 2007 perdi o amor da minha vida. Ganhei o outro amor da minha vida. Você, Francisco, fez do fim um começo. Foi como um rèveillon de um amor para outro. Em 2007 aprendi o que é amor. Não só porque começou a crescer o meu amor por você. Mas porque entendi que o meu amor pelo seu pai também cresce à medida que eu o conheço pelos olhos dos outros. E à medida que conheço você, filho. Assim a nossa história continua. Em 2007 aprendi o amor por mim mesma. Descobri que posso viver sem o seu pai. Posso e devo ser feliz sem ele. E isso é o mais bonito do nosso amor. Entender que seu pai ficou em mim, mas não levou um pedaço meu. Um amor que nada rouba, só acrescenta. Em 2007 eu não me fechei para novos amores. Pelo contrário: passei a acreditar mais no amor. Em 2007 entendi o quanto os meus amigos são preciosos. São todos meus amores. Do amor pari você. Da dor pari esse blog. Hoje tenho quem me lê. Em 2007, descobri que sei escrever. Um ano atrás eu comemorava com seu pai a chegada de um ano bom, filho. E tinha a certeza de estar entrando num dos melhores anos da minha vida. Ainda tenho essa certeza. Foi um ano surpreendente. Com todos os perigos e delícias que essa palavra traz. Mas foi um ano grande demais. Então o que desejo para 2008 é que ele seja menos ambicioso. Que não tenha grandes acontecimentos, mas que seja sempre alegre, sereno, leve. Que seja de paz. E acima de tudo, que eu tenha o seu sorriso iluminando o meu dia."

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